Vou a chegar ao meu carro cor-de-rosa e vejo que está bloqueado, o que por si só é qualquer coisa que me deixa para lá de irritada. Deparo-me então com o condutor a sair da sua viatura (pareço a comissária da PSP) todo lampeiro, ao qual faço sinal que não vale a pena sair do carro porque vai ter que o tirar dali para eu poder sair (cidadã exemplar muito bem estacionada). Resposta do condutor: “É só um bocadinho, vou ali chamar a minha mulher, 5 minutos”. Eu nem queria acreditar. Lá consegui (foi muito difícil) explicar ao senhor condutor, que queria sair e como tal, ele que estava mal estacionado, teria que tirar o carro dele primeiro (antes de ir chamar a mulher). Ainda acrescentei que ficava com o problema resolvido, uma vez que podia estacionar no meu lugar. Então, não é que a besta ficou chateada e achou inadmissível eu não esperar 5 minutos enquanto ele ia chamar a mulher?
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Empregos: o antes e o agora
1º dia de trabalho no antigo emprego
- “Quem é aquela loira alta e magra? O que é que ela quer?” Alguém proferia isto mais ou menos entre dentes, mas de forma não muito discreta, dado que eu consegui ouvir (percebi mais tarde que o objectivo era esse), enquanto eu me apresentava na recepção. Não houve recepção nem acolhimento. Ninguém sabia quem eu era ou o que estava ali a fazer. Esperei na recepção, sentadinha ao lado dos meus futuros utentes, enquanto a administrativa foi “ver se arranjo uma secretária e uma cadeira para se sentar, venho já, não saia daqui”. Medo, me-do.
1º dia de trabalho no emprego actual
Fui acolhida pela Direcção, a minha área de trabalho já estava equipada, portátil em cima da secretária, junto ao catálogo da TMN para eu escolher um telemóvel a gosto. Após o acolhimento fui apresentada às pessoas com quem trabalho directamente e reunião para perceber o clima e cultura organizacional. Ou seja, o procedimento normal.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Tenho pena
de pessoas pequeninas, mesquinhas, pobres de espírito, tristes, infelizes, mal-amadas, que não têm vida própria ou a que têm é tão pequena e miserável que necessitam viver a vida dos outros.
de pessoas que não se sentem bem consigo próprias, com baixa auto-estima, que se sentem vitoriosas a prejudicar os outros.
de pessoas que acham que é uma falta de respeito corrigir-lhes o português (cheio de erros), quando este vai ser lido por um batalhão de miúdos (falamos de educação).
de pessoas que dão o dito por não dito, pessoas mentirosas, pessoas que apenas ouvem uma versão da história.
de pessoas que estagnaram no tempo por iniciativa própria, de pessoas que se recusam a aprender, a evoluir.
de pessoas com visão em túnel, que não respeitam a opinião do outro (pode-se não concordar, mas respeitar é uma questão diferente), que não percebem que a sua "antiguidade no posto" é sinónimo de não evolução, dado que para todos os outros, foi apenas um local de passagem.
Tenho pena de pessoas pequeninas e sem qualquer tipo de ambição.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Outra vez as nails
A avaliar pelas minhas unhas, parece que ando a esfregá-las nas paredes, chão e tecto. Juro que não, ainda não me deu para isso. A falta que o gelinho me faz.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
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